O prefeito licenciado de Goiânia Maguito Vilela, de 71 anos, morreu às 4h10 desta quarta-feira (13), segundo nota divulgada, no começo da manhã, pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo.


Maguito Vilela, prefeito de Goiânia licenciado

De acordo com a nota, Maguito estava internado desde 27 de outubro do ano passado, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento da covid-19. 

Na sua carreira política, Maguito Vilela passou por vários cargos públicos no estado de Goiás. Ele foi vereador, senador, prefeito e governador. Antes da vida pública, foi professor e advogado. 

"Gentileza gera gentis iguais a Maguito, um homem bom". 
Nilson Gomes 

Torce-se para que Rogério Cruz e Daniel Vilela cuidem de Goiânia, como Maguito iria cuidar. Tragam Goiânia para o século 21, com técnicas avançadas de governança 

A morte de um homem bom gera enorme passivo na Humanidade, pois desfalca suas possibilidades de aprimoramento. A morte de um homem bom do tanto que foi bom Maguito Vilela é um estrago para a Humanidade, já tão desfalcada. 

Pouco importa se Maguito foi bom atleta, bom advogado, bom produtor rural, bom vereador, bom deputado estadual e federal, bom diretor de área social de banco, bom prefeito, bom senador, bom governador. Importa que Maguito foi bom, um homem bom. 

A aposentadoria de Iris Rezende provocou a candidatura de Maguito a prefeito de Goiânia. Seria a conclusão das obras de concreto e o início concreto das obras sociais em profusão. Maguito realizava grandes construções, mas se realizava mesmo ao ver o pobre com a barriga cheia, com a despensa cheia, com a CTPS anotada, seus meninos na sala de aula, a merenda fumegando, o caderno anotado, o futuro se delineando. 

Maguito Vilela: morte aos 72 anos | Foto: Jornal Opção 

Até gentios carregam na camiseta a frase de José Datrino “gentileza gera gentileza”. A gentileza de Maguito gerou uma carreira incrível, inteiramente dedicada a casas para quem não tinha teto, conhecimento para quem não tinha estudo, alimento para quem tinha fome — sobretudo isso, recheio para os estômagos. 

Quando sua biografia teve uma inflexão, reergueu-a ao reerguer a confiança de 600 mil aparecidenses. 

Reelegeu-se, descobriu Gustavo Mendanha como administrador e o indicou sucessor, viu o filho Daniel Vilela presidir o MDB e o principal colegiado do Congresso Nacional, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Morreu depois de empossado prefeito da Capital, porém antes de ver Daniel governador — não foi em 2018, talvez não seja em 2022, mas será. 

Maguito subiu para o paraíso dos homens bons sem ter vivido a oportunidade de atualizar Goiânia. Seu plano era uma administração 5G, no mínimo. Queria investir em tecnologia, um mandato moderno na cidade inteligente que o recebeu e apoiou. Um lugar com 1 milhão e meio de vidas torcendo para que sobrevivesse. Uma Goiânia toda unida em orações, mas Deus direcionou o homem bom a Seus propósitos. 

As preces funcionaram. Cercado por especialistas e aparelhos de primeira, Maguito resistiu acima da expectativa de médicos e da eficiência das máquinas. 

Resistiu às maldades de quem anunciou diversas vezes a sua morte. Resistiu à ambição de alguns pelo poder ao qual chegava pela retribuição do povo a sua bondade. 

Maguito resistiu. 

Mas o Céu precisa de homens bons — aliás, seu único público. 

Não há ali, como no mundo ideal não haveria na política, espaço para quem planta fake news, durante campanha ou não. Enquanto Maguito sofria na UTI, grupos o assassinavam nos teclados de celulares e computadores. Maguito, mesmo inconscientemente, os perdoou, pois assim fazem os homens bons: perdoam sem olhar a quem, até porque há monstros das telas e telinhas que não merecem sequer um olhar. 

Maguito perdoou as muitas ofensas que eu e outros tantos escrevemos a seu respeito em um tempo engolido pelo Vale do Silício. Perdoou expressa e tacitamente, ao jamais procurar a Justiça para tomar os nossos salários em processos — essa renúncia é prática raríssima na política nacional, em Goiás seguida apenas por Ronaldo Caiado e Iris Rezende, além de Maguito. 

Torce-se para que seu vice, Rogério Cruz, e seu filho Daniel Vilela cuidem de Goiânia, sobretudo dos pobres, como Maguito iria cuidar. Tragam Goiânia para o século XXI, com técnicas avançadas de governança, como Maguito iria gerir. E protejam, com ações de caridade, o legado do homem bom. Se sua memória transformar em tão bons quanto também Daniel e Cruz já terá valido a pena ser um homem tão bom. 

Por Nilson Gomes, Jornalista e Advogado. 

"Fica aqui os nossos sentimentos e condolências a família, familiares e amigos, e o nosso imenso e inestimável respeito ao grande ser humano que veio ao mundo e fez a diferença na vida de muitas pessoas... Que Papai do Céu te receba com muita festa Maguito! Vá para os braços do seu criador!" 

Anderson Miranda, Jornalista, CEO Grupo M4 Comunicação. 


FONTE: AGÊNCIA BRASIL, JORNAL OPÇÃO, REDAÇÃO GRUPO M4 

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