Empresário dono de cassinos e hotéis de luxo morreu em decorrência de câncer no sangue na segunda (11).

Morreu na noite desta segunda-feira (11) o bilionário Sheldon Adelson, aos 87 anos. Grande aliado do presidente dos EUA, Donald Trump, Adelson destinava parte de seus lucros dos impérios de cassinos e hotéis de luxo a causas de direita.

Adelson morreu por complicações de um linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer no sangue, confirmou a sua empresa Las Vegas Sands ao jornal “The New York Times”. O local da morte não foi divulgado.

Filho de um motorista de táxi, o bilionário amealhou sua fortuna de mais de US$ 40 bilhões com cassinos e resorts em Las Vegas (EUA), Macau (China) e Singapura.


O bilionário Sheldon Adelson em Las Vegas, novembro de 2013 (Foto: CreativeCommons/ECG)

Entre os dez mais ricos do mundo, Adelson era adepto da agenda da direita e financiou movimentos nas Américas e em Israel. Em 2012, tornou-se o maior doador político dos EUA após a Suprema Corte remover limites de contribuições em campanhas eleitorais.

A aproximação com Donald Trump ocorreu em maio de 2016, quando o empresário passou a ser considerado um concorrente viável à candidatura republicana para a Presidência.

A doação para a campanha do atual presidente, que deixa o cargo no próximo dia 20, foi de cerca de US$ 25 milhões.

À época, Adelson disse à Forbes que estava disposto a gastar US$ 100 milhões para derrotar o democrata Barack Obama. Adelson deixa cinco filhos – três de sua primeira esposa, de quem se divorciou em 1988, e outros dois da médica israelense Miriam Farbstein Ochshorn.

Outros US$ 5 milhões foram doados apenas para a comemoração da vitória eleitoral, em novembro de 2016. No governo Trump, Adelson alcançou pelo menos um de seus objetivos de longa data: a transferência da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, em 2018.

Relação com Israel

A relação do empresário com Israel vem de seu pai, descendente de judeus ucranianos e lituanos. Adelson é proprietário de importantes veículos conservadores de mídia na região e apoiou a eleição do atual premiê Benjamin Netanyahu.

Em vida, se opôs à criação de um Estado palestino e favoreceu o assentamento de israelenses em territórios ocupados na Cisjordânia.

Além de Trump, o empresário também destinou recursos às campanhas presidenciais de George W. Bush, em 2004, e Mitt Romney, em 2012. O ex-deputado e ícone conservador Newt Gingrich também recebeu doações.

Fonte: AREFERENCIA.COM

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